Eu nunca vivi uma virada tão aguardada e, ao mesmo tempo, cheia de dúvidas como a que veremos em 2026. A reforma tributária virou o assunto constante em grupos de empresários, lideranças contábeis e gestores das mais diversas áreas. E, se estou escrevendo sobre isso hoje, é porque sei como muitos ainda não sentem que as empresas estão prontas para essas mudanças radicais. Neste texto, compartilho o que venho acompanhando e minhas impressões práticas sobre o que muda e como se adaptar de forma mais tranquila e segura.
O que muda na prática com a nova reforma fiscal?
As definições oficiais já estão no horizonte: a partir de 2026, começa a transição para o novo sistema de impostos sobre consumo no Brasil. Isso envolve a extinção de tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, e a criação de impostos unificados: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O impacto será sentido tanto na forma de calcular, declarar e pagar tributos, quanto na rotina operacional das empresas.
Nos meus contatos com alguns clientes, percebo um medo recorrente: “Como modernizar tudo sem travar as operações?” A preocupação faz sentido, até porque pesquisa da V360 destacada pela Agência Brasil revela que 72% das empresas médias e grandes admitem não ter se adaptado ainda para as novas regras.
Reforma tributária é sinônimo de transformação interna.
O caminho vai exigir atualização de sistemas, pessoas e práticas. Só que, diferente do que alguns pensam, não se trata apenas de uma mudança contábil, mas sim de uma mudança de cultura fiscal dentro dos negócios.
Principais pontos de adaptação nos processos fiscais
Depois de ler e debater todos os materiais recentes, vejo algumas prioridades claras:
- Revisão do cadastro de produtos e serviços para enquadramento nos novos tributos;
- Capacitação de equipes sobre as novas normas e prazos;
- Atualização de sistemas para apuração, cálculos e geração de obrigações acessórias;
- Automação de integração com bancos de dados oficiais (notas fiscais, declarações, eSocial);
- Monitoramento contínuo dos ajustes temporários previstos para o período de transição, que vai de 2026 a 2033;
- Análise detalhada do impacto financeiro das alíquotas uniformes e regimes especiais.
Em minha opinião, ignorar a preparação para a transição é arriscado. Isso porque o Ministério da Fazenda já calcula que a simplificação pode agregar até 10 pontos percentuais ao PIB em dez a quinze anos. Ou seja, quem estiver pronto pode ganhar espaço e competitividade real.

Os principais desafios de adaptação
Já acompanhei outras regulações fiscais no Brasil, mas poucas geraram tanta incerteza. O primeiro desafio é o entendimento completo do novo modelo tributário. Não basta conhecer as alíquotas: é preciso saber seu reflexo em cada operação de venda, compra, prestação de serviço ou movimentação interna entre filiais.
Outro ponto complicado é atualizar contratos, sistemas legados e ERPs. Na prática, afirmo que muitas empresas resistem à modernização por medo de custos ocultos ou de instabilidades em soluções antigas.
O desafio não está só no que muda, mas também no que fica para trás.
Vejo, também, que a comunicação interna tem papel chave. Falhas aqui podem gerar erros de apuração e autuações fiscais, além de prejuízos de reputação para a empresa.
Tecnologia: o grande motor da adaptação fiscal
Se há algo obrigatório nesse processo, é investir em tecnologia. Ferramentas modernas de gestão financeira, como o Number, permitem, na prática, transformar o dia a dia dos setores financeiro e fiscal. Falo isso porque vejo como, ao automatizar contas a pagar e a receber, centralizar documentos e criar painéis específicos para acompanhamento, a rotina torna-se muito mais organizada e segura.
O uso de soluções como a do Number facilita a implantação de regras fiscais diferentes para cada empresa ou filial em um mesmo sistema, o que reduz riscos. Além disso, funcionalidades como fluxos de aprovação, relatórios e integrações via API tornam mais ágil o ajuste de processos, algo fundamental para 2026.
Se você ainda tem medo da digitalização por causa da transição, adianto: mesmo cenários complexos tendem a se ajustar melhor quando o monitoramento é feito via dashboards claros do que por planilhas pesadas.

Principais etapas para reestruturar os processos fiscais
Minhas recomendações para quem quer estar pronto até 2026 são:
- Formar um grupo interno ou contratar apoio especializado para mapear todos os processos fiscais e operacionais;
- Fazer uma revisão profunda dos cadastros envolvendo produtos, serviços, clientes e fornecedores;
- Preparar roteiros de simulação, com foco em identificar cenários de incidência dos novos impostos unificados;
- Treinar as equipes, usando exemplos do cotidiano, explicando novas obrigações, rotinas e prazos;
- Implantar sistemas de gestão financeira aderentes às normas, como o Number, que garantam integração, controle e rastreabilidade;
- Monitorar constantemente comunicados oficiais e criar canais de comunicação com contadores e advogados tributários.
O segredo está na antecipação: empresas prontas para a mudança tendem a perder menos tempo e reduzir custos de ajuste.
Destaco que a estimativa do FMI mostra que a reforma pode elevar o PIB brasileiro entre 6% a 11% no período de adoção. Ou seja, adaptação não é só obrigação, mas oportunidade de crescimento e novos mercados.
Cuidados legais e boas práticas de futuro
Acredito que, nos próximos anos, a segurança jurídica será ainda mais relevante. Por isso, leio com atenção às atualizações disponíveis nos políticas de privacidade e termos de uso de sistemas de gestão, atualizando rotinas sempre que necessário.
Boas fontes de orientação devem ser confiáveis. Além do suporte de especialistas, portais oficiais da Fazenda e materiais como os disponíveis na página de conteúdos do Number são meus pontos de consulta preferidos nas adaptações mais recentes.
Adaptar processos fiscais é investir no futuro do negócio.
Conclusão: O melhor cenário é o do preparo constante
Eu estou convencido de que a transição fiscal de 2026 vai exigir mudanças reais na mentalidade das empresas. Não basta esperar as regras detalhadas: preparar pessoas, revisar sistemas e testar novas rotinas é a melhor saída para não sofrer depois. Descobri, testando na prática, que ferramentas como o Number ajudam gestores a enxergar oportunidades nesse cenário, seja ganhando tempo com automação ou tomando decisões mais rápidas graças a dados confiáveis.
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Perguntas frequentes sobre a reforma tributária em 2026
O que muda nos processos fiscais em 2026?
A partir de 2026, o Brasil começa a transição para um sistema tributário com novos impostos federais e estaduais unificados, além do fim de tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI. Isso vai simplificar declarações, mudar regras de crédito fiscal e exigir atualização de sistemas contábeis e treinamentos nas empresas.
Como adaptar minha empresa à reforma tributária?
O ideal é mapear todos os processos fiscais, revisar cadastros de produtos e clientes, simular cenários de incidência dos novos tributos e investir em automação de rotinas fiscais, preferencialmente com sistemas modernos como o Number, além de treinar equipes para as novas exigências.
Quais impostos serão afetados pela reforma?
Serão extintos PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, que darão lugar ao IBS e CBS, tributando de forma unificada o consumo no Brasil. Regras especiais poderão existir durante o período de transição.
Vale a pena investir em automação fiscal agora?
Sim, quanto mais cedo a empresa ajustar suas práticas fiscais com sistemas digitais, maior a assertividade e menor o risco de erros no novo modelo. Automação agiliza a conformidade e reduz custos operacionais ao longo do tempo, e ferramentas atuais já estão preparadas para adaptar relatórios e integrações quando as normas mudarem.
Onde encontrar orientações sobre a nova legislação?
Recomendo acompanhar portais oficiais da Fazenda, consultar páginas atualizadas como a do Number e buscar parcerias com especialistas em legislação tributária para receber alertas e contextualizações sempre que houver atualização.
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